Uma página básica com uma marca com o logo infantil e um pequeno espaço para uma linha de texto é a expressão, hoje em dia, do que existe de mais bem sucedido no mundo das marcas. A comprová-lo está o Financial Times que, através do estudo "Brandz - Top 100 Most Powerful Brands" (2007), demonstra a clara supremacia da marca Google a nível mundial.
A marca Google foi avaliada em 66, 4 biliões de dólares, sendo uma marca que teve um crescimento na ordem dos 77%.
Se dúvidas as havia, aqui fica evidenciado o poder extraordinário da Google, que de um mero motor de busca passou a deter um império ao nível tecnológico com ramificações para diversas áreas de negócio.
Indubitavelmente, esta é uma marca que goza de um amplo reconhecimento global, mesmo para quem não seja utilizador da Internet, certamente já ouvi falar ou viu o logo da marca. Se a Microsoft é sinônimo de software, a McDonalds sinónimo de fast-food ou a Gillette é o nome que se dá a qualquer barbeador, então a Internet é Google. Progressivamente esta lógica é rainha, pois nenhum dos concorrentes directos como, no caso, a Yahoo! (2º lugar no NetRating/Nielsen) ou o MSN (3º lugar no NetRatings/Nielsen) apresentam índices de competitividade que possam desafiar a primazia da Google na web.
A simplicidade e a eficiência são os traços dominante desta história de sucesso, que se prepara para conhecer novos desenvolvimentos com o lançamento de novos produtos e serviços muito certemente destinados ao sucesso, como é o caso do Google Phone (apresentado num post anterior - 29/08). Outro factor prevalente para o êxito da Google é a criação do PageRank pelos seus fundadores, que consiste num algoritmo de pesquisa, passível de englobar muitos mais sites e que apresenta, em primeiro lugar, os sites mais citados noutras páginas, tornando as pesquisas mais eficientes.
Assim, o que começou por ser um motor de busca é hoje muito mais que isso. É um programa que permite aceder a imagens terrestres de todo o mundo (Google Earth); é um serviço revolucionário de email (Gmail); é uma funcionalidade que permite fazer pesquisas em livros em formato digital (Google Book Search), um serviço de chat instantâneo (Google Talk); um serviço actualizado de notícias de milhares de sites (Google News) e muito, muito mais. De facto a era da Internet é um universo Google, que pelo vistos tem tendência a crescer.
Todavia, nem só de conquistas se escreve a história do Google pois, progressivamente, se tem debatido com problemas e acusações de má fé relacionadas com a propensão para o monopólio e com a privacidade dos seus utilizadores. Estas questões, além da concorrência com a Microsoft, são certamente os maiores desafios que marca enfrenta e irá continuar a enfrentar no futuro. Tal como aconteceu com a Microsoft, emerge um sentimento anti-Google, pois para muitos é claro que a Google caminha para se tornar uma segunda Microsoft, relativamente à questão do monopólio, o que tem motivado diveras teorias da conspiração. ( E os senhores da Microsoft agradecem por, neste sentido, as atenções se estarem a desviar deles para a Google.)
Next Big Brother - Transformar-se de "menina bonita" da Internet a Big Brother, capaz de conhecer todos os nossos passos online, é uma evidência que tem gerado críticas e dissabores para a Google. É de tal forma intrusiva a auscultação dos momentos online, que já admito que a Google conhece melhor os utilizadores que as suas próprias mães. Afinal sabe o que as pessoas gostam, o que elas ouvem, comem, bebem e lêem. E, em muitos dos casos, sabem-no quando, como e onde.
A marca Google foi avaliada em 66, 4 biliões de dólares, sendo uma marca que teve um crescimento na ordem dos 77%.
Se dúvidas as havia, aqui fica evidenciado o poder extraordinário da Google, que de um mero motor de busca passou a deter um império ao nível tecnológico com ramificações para diversas áreas de negócio.
Indubitavelmente, esta é uma marca que goza de um amplo reconhecimento global, mesmo para quem não seja utilizador da Internet, certamente já ouvi falar ou viu o logo da marca. Se a Microsoft é sinônimo de software, a McDonalds sinónimo de fast-food ou a Gillette é o nome que se dá a qualquer barbeador, então a Internet é Google. Progressivamente esta lógica é rainha, pois nenhum dos concorrentes directos como, no caso, a Yahoo! (2º lugar no NetRating/Nielsen) ou o MSN (3º lugar no NetRatings/Nielsen) apresentam índices de competitividade que possam desafiar a primazia da Google na web.
A simplicidade e a eficiência são os traços dominante desta história de sucesso, que se prepara para conhecer novos desenvolvimentos com o lançamento de novos produtos e serviços muito certemente destinados ao sucesso, como é o caso do Google Phone (apresentado num post anterior - 29/08). Outro factor prevalente para o êxito da Google é a criação do PageRank pelos seus fundadores, que consiste num algoritmo de pesquisa, passível de englobar muitos mais sites e que apresenta, em primeiro lugar, os sites mais citados noutras páginas, tornando as pesquisas mais eficientes.
Assim, o que começou por ser um motor de busca é hoje muito mais que isso. É um programa que permite aceder a imagens terrestres de todo o mundo (Google Earth); é um serviço revolucionário de email (Gmail); é uma funcionalidade que permite fazer pesquisas em livros em formato digital (Google Book Search), um serviço de chat instantâneo (Google Talk); um serviço actualizado de notícias de milhares de sites (Google News) e muito, muito mais. De facto a era da Internet é um universo Google, que pelo vistos tem tendência a crescer.
Todavia, nem só de conquistas se escreve a história do Google pois, progressivamente, se tem debatido com problemas e acusações de má fé relacionadas com a propensão para o monopólio e com a privacidade dos seus utilizadores. Estas questões, além da concorrência com a Microsoft, são certamente os maiores desafios que marca enfrenta e irá continuar a enfrentar no futuro. Tal como aconteceu com a Microsoft, emerge um sentimento anti-Google, pois para muitos é claro que a Google caminha para se tornar uma segunda Microsoft, relativamente à questão do monopólio, o que tem motivado diveras teorias da conspiração. ( E os senhores da Microsoft agradecem por, neste sentido, as atenções se estarem a desviar deles para a Google.)
Next Big Brother - Transformar-se de "menina bonita" da Internet a Big Brother, capaz de conhecer todos os nossos passos online, é uma evidência que tem gerado críticas e dissabores para a Google. É de tal forma intrusiva a auscultação dos momentos online, que já admito que a Google conhece melhor os utilizadores que as suas próprias mães. Afinal sabe o que as pessoas gostam, o que elas ouvem, comem, bebem e lêem. E, em muitos dos casos, sabem-no quando, como e onde.
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